Fundações, Dimensionamento e Projeto
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Inscrições

Abertas
19/6 à 27/06/2017
Belo Horizonte - MG

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Carga Horária
56

Público Alvo

Engenheiros, Técnicos, Projetistas e Arquitetos.

Objetivo

Revisar e fornecer os elementos básicos para adequado projeto e execução dos principais tipos de fundações. Analisar os prós & contras de cada uma delas. Discutir os principais tipos de recalques tanto soba ótica do solo como da estrutura. Apresentar os principais tipos de fundações utilizadas no Brasil (Estacas Hélice, Ômega, Raiz, Escavada Rotativa, Pré-moldadas, de Solo-Cimento Plástico, Micro Estacas, Tubulões, Sapatas e Radier) analisando seus prós & contras, quando e qual a melhor aplicação possível para cada uma delas. Aplicar em exemplos práticos os vários métodos semi-empíricas/estatísticas, utilizando nos escritórios mais conceituadas do país, sem muita digressão teórica extraindo, no entanto, os elementos fundamentais das bases teóricas na aplicação pratica dos projetos.

Programa

1.  Principais famílias de sondagensa percussão SPT
Vantagens e desvantagens
Introdução
História da sondagem a percussão
Equipamentos utilizados
Amostradores
Número e locação dos furos
Metodologia do ensaio
Amostragem e ensaio de penetração
Ensaio de avanço por lavagem
Observação do nível d’água
Apresentação dos resultados
Erros e fatores que influenciam na obtenção do índice SPT
Erros gerados pela metodologia da execução do ensaio
Erros gerados por deficiência do equipamento utilizado
Erros gerados pelas características peculiares do solo
Correções no índice SPT
Ajuste dos picos de sondagens
Correção da energia transmitida ao SPT
Correlações entre o SPT e o CPT
Densidade x SPT
Recalques x SPT. Sapatas
SPT-T. SPT com medição de torque 

2.  Projeto de fundações superficiais com base no SPT
Recalques  sob a ótica do solo
Recalques  sob o ponto de vista da estrutura

2.1. Sapatas 
Vantagens e desvantagens
Classificação das sapatas
Metodologia construtiva das sapatas

2.2. Sapatas - capacidade de carga
Tensão de ruptura
Tensão amissível
Pontos a ponderar
Critérios para escolha da profundidade

2.3. Capacidade de carga -  Métodos empíricos
Métodos baseados em recomendações normativas
Recomendações Norma Brasileira NBR 6122
Recomendações Norma DIN 1054, (Alemã)
Método baseado no SPT
Recomendações de Berberian
Recomendações de Milton Vargas
Recomendações  de  Teixeira
Recomendações de Terzaghi e Peck: Solos argilosos

2.4. Recalque de sapatas com base no SPT
Métodos  diretos (Empíricos / Semi-empíricos)
Semi-empírico -  Décourt – Areias

2.5. Projeto de estacas com base no spt
Vantagens e desvantagens
Estacas de solo cimento plástico
Estacas do tipo Strauss e escavadas rotativas
Estacas Pré-moldadas.
Métodos empíricos / Experimentais
Método 01 - Aoki /Velloso
Método 02 – Decourt/Quaresma

2.6. Projeto de tubulações com base no SPT
Vantagens e desvantagens
Capacidade de carga
Métodos de cálculos
Métodos  empíricos /estatísticos
Método de Aoki/Velloso
Método proposto por Décourt/ Quaresma

2.7. Projeto de estacas raiz com base no SPT
Vantagens e desvantagens
Introdução
Capacidade de carga
Dimensionamento estrutural
A compressão
A tração

2.8. Projeto de estacas hélice contínua com base no SPT
Vantagens e desvantagens
Definição e breve histórico
Caracterização da CFA
Vantagens da CFA
Capacidade estrutural à compressão CFA
Recomendações de Alonso (1996), Cap. De carga
Recomendações de Antunes e Cabral (1996), Cap. de carga

2.9. Estacas hélice tipo ômega
Vantagens e desvantagens
Caracterização da estaca ômega
Tecnologia de execução

 

A cada tópico, serão resolvidos exemplos práticos e reais de casos-de-obras. Serão apresentados também roteiros a passo-passo, facilitando e sugerindo uma programação em Excel.

Importante: Trazer notebook

Não haverá aulas nos sábado e no domingo.